Singelos são alguns abraços.
A gente corre pra eles, como se fossem mágicos.
Sil Guidorizzi..
domingo, 19 de julho de 2015
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Te roubar pra mim.
Vou pular a janela do teu coração e te roubar pra mim.
Acredito em amores possíveis.
Passíveis de felicidade, sim.
Sil Guidorizzi
Acredito em amores possíveis.
Passíveis de felicidade, sim.
Sil Guidorizzi
Começaria..
Começaria tudo outra vez se fosse com você. Amor antigo, amor escrito que não se apaga. Amor de estrela. Que brilha. Que aterrisa no subterrâneo da alma. Começaria tudo outra vez pelo lado de dentro. Abrindo portas e janelas, arejando o novo tempo. Passando perfume, te tirando pra dançar. Começaria como se nunca tivesse acabado. Apenas tivesse adormecido e retornado de um sono profundo. Sem jamais ter deixado de te sonhar.
Sou feita..
Sou feita de retalhos, cicatrizes.
Sou feita de alma.
Feita das coisas que escolhi.
No fundo é isso. Acho que aprendi.
Mas quero o tempo solto.
A brisa boa batendo no rosto.
Ser feliz.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Vai, Menina.
Vai, Menina. Não pense tanto.
Não deixe o olhar esquecido na gaveta.
Se arrume se aprume. Mostre a que veio.
Esqueça os desafetos.
Seja mais afeto, seja mais Amor.
Descubra-se, transforme-se.
Ninguém vive sua vida por você.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
E daí..
E daí você abre a porta do quarto e respira o cheiro dele. Respira o ar dele. Observa as cortinas abertas, a mesa de cabeceira desarrumada. O travesseiro sem a cabeça dele recostada.
Daí você sente o calor subir na alma. Sente a dor tocando feito brisa matinal. Sente a falta. Sente a presença, sente o ar do sorriso dele. Olha o café. Olha a mesa com outro lugar vazio. Anda descalça pela casa para não fazer barulho para não assustar os pensamentos profundos.
E daí você se lamenta e tenta dizer para si mesma que já passou, mesmo querendo que as coisas estivessem ali no mesmo eixo no mesmo lugar no mesmo hemisfério. Mas nada faz mais sentido quando o amor vai e esvai nos olhos.
É dor que dói mesmo sem consentimento. E o tempo agora mudou os ventos, mudou a direção. Mudou o humor. Mudou a consistência dos dias. Tudo parece nevoa, tudo parece querer virar solidão. Nas mãos o toque no peito, para sentir a batida do vazio.
E daí você descobre que agora é cada um por si e sem interferências. Sem inerência. Sem disponibilidade. É saudade. Da porta para dentro, da porta para fora. Por onde quer que ele agora esteja.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Por um instante..
Por um instante..
Manhã de um dia meio nublado, mas com um solzinho filtrando o rosto através da fresta da janela. Uma espreguiçada, um olhar para o relógio. O cansaço bate, as pernas que costumam zanzar de um lado para o outro sempre buscando algo para fazer, seguem na batida do dia.
Ellen prepara um café e discute consigo mesma. Conversa e relembra do sonho da noite passada. Da madrugada meio agitada, e do terror noturno.
Por alguns instantes resolve ir até a varanda. O sol, agora está um pouco mais forte do que há uma hora.
Senta-se na cadeira branca, quase intocada. Passa a mão pelo rosto, pelo cabelo. Olha o céu agora mais aberto e azul, apesar das folhas caindo no meio do jardim. Folhas que se misturam as outras. Dançam com o vento.
Ela percebeu algo diferente. Sentiu algo diferente. Como se nunca tivesse tido tempo de reparar melhor nesses pequenos detalhes, nesses pequenos contrastes do cotidiano.
Precisava de algo. Precisava de estimulo. Sentou-se e ficou ali a olhar a paisagem. Lembrou-se da água fervendo na cozinha e foi passar o café. Resolveu deixar tudo de lado por uns momentos e colocou uma música na sua rádio preferida.
Talvez precisasse de algo diferente, algo mais atraente. Algo que mudasse o rumo do que muitas vezes fez questão de lembrar sem querer esquecer.
Foi ao espelho do banheiro, olhou-se. Olhou as mãos marcadas, o rosto com alguns sinais de expressão.
E aos poucos foi revirando-se por dentro. Como conseguiu chegar até ali... Assim pensou.
Deu um sorriso a si mesma, e sentiu aquele imenso vazio rondando a casa, rondando a alma, rondando os passos que de tão rápidos, muitas vezes a deixara para trás, para o silêncio da sua própria existência. Retorna e vai lá tomar o café.
Por uns instantes têm insights, lembranças, passagens.
Ao sair da cozinha depara-se com o livro que ganhara de um amor antigo. Ao abri-lo sente o perfume dele. Sente a presença dele. Queria estar com ele agora. Mas não pode. O destino os levou para distâncias extremas.
Ela se (re )toca. Veste-se e mais uma vez se ajeita. Agradece pelo dia que (re) começa, e pela luz da alma que algumas vezes pisca, mas se mantém acesa.
Ela mantém o coração por vezes conectado e o amor que ainda sente, descansando no íntimo.
Manhã de um dia meio nublado, mas com um solzinho filtrando o rosto através da fresta da janela. Uma espreguiçada, um olhar para o relógio. O cansaço bate, as pernas que costumam zanzar de um lado para o outro sempre buscando algo para fazer, seguem na batida do dia.
Ellen prepara um café e discute consigo mesma. Conversa e relembra do sonho da noite passada. Da madrugada meio agitada, e do terror noturno.
Por alguns instantes resolve ir até a varanda. O sol, agora está um pouco mais forte do que há uma hora.
Senta-se na cadeira branca, quase intocada. Passa a mão pelo rosto, pelo cabelo. Olha o céu agora mais aberto e azul, apesar das folhas caindo no meio do jardim. Folhas que se misturam as outras. Dançam com o vento.
Ela percebeu algo diferente. Sentiu algo diferente. Como se nunca tivesse tido tempo de reparar melhor nesses pequenos detalhes, nesses pequenos contrastes do cotidiano.
Precisava de algo. Precisava de estimulo. Sentou-se e ficou ali a olhar a paisagem. Lembrou-se da água fervendo na cozinha e foi passar o café. Resolveu deixar tudo de lado por uns momentos e colocou uma música na sua rádio preferida.
Talvez precisasse de algo diferente, algo mais atraente. Algo que mudasse o rumo do que muitas vezes fez questão de lembrar sem querer esquecer.
Foi ao espelho do banheiro, olhou-se. Olhou as mãos marcadas, o rosto com alguns sinais de expressão.
E aos poucos foi revirando-se por dentro. Como conseguiu chegar até ali... Assim pensou.
Deu um sorriso a si mesma, e sentiu aquele imenso vazio rondando a casa, rondando a alma, rondando os passos que de tão rápidos, muitas vezes a deixara para trás, para o silêncio da sua própria existência. Retorna e vai lá tomar o café.
Por uns instantes têm insights, lembranças, passagens.
Ao sair da cozinha depara-se com o livro que ganhara de um amor antigo. Ao abri-lo sente o perfume dele. Sente a presença dele. Queria estar com ele agora. Mas não pode. O destino os levou para distâncias extremas.
Ela se (re )toca. Veste-se e mais uma vez se ajeita. Agradece pelo dia que (re) começa, e pela luz da alma que algumas vezes pisca, mas se mantém acesa.
Ela mantém o coração por vezes conectado e o amor que ainda sente, descansando no íntimo.
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Não estranhe..
sábado, 23 de maio de 2015
Hoje..
Hoje me pediram pra ter força. Pra guardar as lágrimas. Pra não esmorecer. Pra continuar cumprindo o meu papel, aguardando um novo amanhecer. E eu pedi aos céus a proteção divina. Eu pedi essa força que muitas vezes, quer fugir de mim. Que me deixa frágil, mostrando meu lado que também sente, também cai, desestabiliza e também vai ao chão.
E durante o sono, durante meu encontro com o plano espiritual eu busco a luz, a intuição.
Carrego o fardo que devo carregar, e aguardo a providência divina me mostrar o caminho, a direção.
E durante o sono, durante meu encontro com o plano espiritual eu busco a luz, a intuição.
Carrego o fardo que devo carregar, e aguardo a providência divina me mostrar o caminho, a direção.
Sil Guidorizzi...
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Falta o teu abraço..
Falta o teu abraço.
Aquele que o tempo não deixa esquecer.
Aquele que o corpo tem vontade de receber.
Aquele que conversa e diz tudo que você precisa saber.
Carta para Deus..
Hoje escrevi uma carta para Deus.
Escrevi com a alma de joelhos. Escrevi com o coração.
Pedi que ele ficasse comigo nas noites mais escuras, nos dias em que houvesse chuva.
Nos dias em que eu não soubesse mais de mim.
Me senti melhor e mais (re)feita.
Com o corpo leve e solto, em prece, agradeci:
Obrigada, por mais uma vez, cuidar de mim.
Amém!
Escrevi com a alma de joelhos. Escrevi com o coração.
Pedi que ele ficasse comigo nas noites mais escuras, nos dias em que houvesse chuva.
Nos dias em que eu não soubesse mais de mim.
Me senti melhor e mais (re)feita.
Com o corpo leve e solto, em prece, agradeci:
Obrigada, por mais uma vez, cuidar de mim.
Amém!
Fico aqui imaginando..
Fico aqui imaginando o tanto de vida que dá pra gente amar em um segundo.
Parece pouco, mas para o coração não.
Ele capta absolutamente tudo.
Tenho..
Tenho evitado olhares frios, sentimentos pobres. Tenho esvaziado as esquinas da mente..
Me distraio, fazendo com que o coração se mexa mais e a alma se encante. Não ando distante: Tenho tirado do peito esses nós que hoje passaram, e colocado nos pés, a calma do viver. Não tenho tanta pressa assim. Tudo é no tempo certo, no tempo de Deus. Tenho me ajustado. Tenho estado muito mais próxima de quem sabe se chegar. De quem também faz acontecer. Nada é simples e nem tão complicado assim. A vida passa, pessoas vão, amores novos e frescos retocam a alma, iluminam por dentro.
Tudo é instante, momento. Tudo é feito para evoluir. Tenho sim, evitado a sensação de perda, e estimulado a mente, o corpo, a vida.
Ando exercitando esse livre arbítrio. Essa coisa só minha. E quer saber... Pouco me importa se alguém se incomoda. Eu aprendi a separar muitas coisas. E dentre elas, a não prestar contas. Afinal de contas, quem aprende a caminhar com as próprias opiniões e sentimentos, sabe que dar a cara para bater, é também se ferir. Mas, apesar de tudo, eu creio na felicidade como estado de espírito. Felicidade essa que é primordial no meu jeito simples de conviver e sentir.
Me distraio, fazendo com que o coração se mexa mais e a alma se encante. Não ando distante: Tenho tirado do peito esses nós que hoje passaram, e colocado nos pés, a calma do viver. Não tenho tanta pressa assim. Tudo é no tempo certo, no tempo de Deus. Tenho me ajustado. Tenho estado muito mais próxima de quem sabe se chegar. De quem também faz acontecer. Nada é simples e nem tão complicado assim. A vida passa, pessoas vão, amores novos e frescos retocam a alma, iluminam por dentro.
Tudo é instante, momento. Tudo é feito para evoluir. Tenho sim, evitado a sensação de perda, e estimulado a mente, o corpo, a vida.
Ando exercitando esse livre arbítrio. Essa coisa só minha. E quer saber... Pouco me importa se alguém se incomoda. Eu aprendi a separar muitas coisas. E dentre elas, a não prestar contas. Afinal de contas, quem aprende a caminhar com as próprias opiniões e sentimentos, sabe que dar a cara para bater, é também se ferir. Mas, apesar de tudo, eu creio na felicidade como estado de espírito. Felicidade essa que é primordial no meu jeito simples de conviver e sentir.
Sil Guidorizzi
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