quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Já que a vida é trem-bala, por que não virar a página e recomeçar?
Já que a vida é trem-bala, por que não virar a página e recomeçar?: Já que a vida é trem-bala, por que não abrir o coração e deixar que ele flua sem tanto peso no peito? Por que não fazer as pazes consigo mesmo e dizer àquela pessoa que você sente sua falta e que a saudade dói mais do que a distância que se cria por bobagem...
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Siga com dignidade, com fé e confiança. Deus ajuda a quem se ajuda
Siga com dignidade, com fé e confiança. Deus ajuda a quem se ajuda: Não estou aqui para julgar, mas para dar a mim chance de melhora e cura. O que eu posso dizer é: siga com dignidade, com fé e confiança. Manter o sorriso nos lábios ajuda. Aliás, Deus ajuda a quem se ajuda.
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Você me faz falta..
Eu queria outro encontro. Onde não houvesse despedida, onde não houvesse saudade machucando coração.
Eu queria outro encontro, outro beijo, outro delírio enroscado em teu abraço, sentindo tua respiração..
Você me faz falta e eu não posso competir com o destino.
Mas posso te desejar, posso te sentir, posso te pressentir em alguns momentos.
Amores verdadeiros não se fingem não se omitem não se distanciam.
Eu queria outro aceno outro tocar de mãos, outra volta pra gente se reencontrar.
Nunca é tarde e Deus é quem sabe.
Amor que é amor cabe em qualquer hora em qualquer lugar.
Eu queria outro encontro, outro beijo, outro delírio enroscado em teu abraço, sentindo tua respiração..
Você me faz falta e eu não posso competir com o destino.
Mas posso te desejar, posso te sentir, posso te pressentir em alguns momentos.
Amores verdadeiros não se fingem não se omitem não se distanciam.
Eu queria outro aceno outro tocar de mãos, outra volta pra gente se reencontrar.
Nunca é tarde e Deus é quem sabe.
Amor que é amor cabe em qualquer hora em qualquer lugar.
Às vezes..
Às vezes a gente só precisa aprender a reconectar o coração e trazer a vida de volta pra dentro de nós mesmos.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
No tempo de Deus nada é incerto. Nada fica sem resposta, por mais que demore.
No tempo de Deus nada é incerto. Nada fica sem resposta, por mais que demore.: Às vezes, não sei se me escondo debaixo da saia de alguém ou se peço para me deixarem em paz de uma vez. Algumas coisas ainda me causam medo, incerteza. Outras me causam estranheza. Às vezes eu queria uma bola de cristal só para desafiar o destino, para ver se existe mesmo sincronia com o desconhecido. Queria ter
A vida vai passar.
A vida vai passar. Os dias mudarão os ciclos.
E eu continuarei aqui, te amando devagar.
Respirando o mesmo ar que você divide comigo..
Respirando o mesmo ar que você divide comigo..
A gente vai, enfrenta..
E mais uma vez a gente tenta.
A gente vai, enfrenta.
A gente teima. Insiste em ser feliz.
Pede proteção e luz.
E que Deus nos cuide por onde a alma decidir seguir.
A gente teima. Insiste em ser feliz.
Pede proteção e luz.
E que Deus nos cuide por onde a alma decidir seguir.
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Desculpe-me..
Desculpe-me se de repente eu abri a porta e sai sem querer saber de tudo que fez estrago em mim.
Se meu tempo que antes era todo seu passou a ser meu integralmente pra que eu pudesse voltar a minha casa e deixar de ser tão boazinha aceitando as sobras que vinham só para que eu não me sentisse assim tão em último plano, como opção de fuga ou rota de emergência.
Desculpe-me se já não sou assim tão jovem, se já não mantenho os mesmos traços se já não possuo mais aquele viço todo que um dia te fez querer segurar minha mão e ir por caminhos que a gente quis.
Só que a alma não morre, ela atravessa desertos quando é pra ser.
Mas olha, o que eu sei é que a vida dá muitas voltas e ela por vezes se desprendeu de muitas coisas para se sentir entregue aos acasos do destino para as acolhidas do coração para aquele tempo que parecia ser o melhor no momento.
Desculpe-me se a casa anda meio desarrumada se o quarto anda vazio, se o corredor parece mais largo para se atravessar até a porta de saída. Mas não se preocupe.
O café ainda me acorda me anima, o café me faz pensar em quantas vezes eu suportei o que não precisava suportar e o que amei com a força de quem não desiste do amor.
Desculpe-me se por vezes fui tempestade que tudo derruba e depois se arruma com quem espera a brisa chegar, se eu não tolero mais indiferença, se não aceito esmolas, se meu sentimento já não é tão farto, assim como ando farta de tantas coisas que já não se completam mais.
Desculpe-me, pelo empurrão que dei em mim e pela saída um pouco brusca da sua vida como quem não tem mais vontade de ficar, como quem não tem mais vontade de ceder, de remexer, de se sentir ferida pelos descasos que você me ofertou.
Agora parece que anda tudo certo mesmo no meu incerto, mas engraçado como sinto a sensação de que um peso muito grande desembarcou do peito.
Deve ser a bagagem que estava me deixando exausta e vazia de felicidade.
Talvez eu opte por novas viagens, talvez eu só me dê um tempo. Um tempo onde eu possa me colocar onde devo e restaurar as paredes internas recolocando a mobília no lugar.
Desculpe-me a afronta, mas é que eu não sinto vergonha de dizer que deixei de sentir aquilo que um dia mexeu com meus poros, meu eu e minha estrutura que abalou meu alicerce de mulher.
Estou em paz, estou como quem se despede de um ciclo que há tempos terminou e eu não percebi.
O que vejo agora é outra pessoa, a que recolheu seus cacos, traçou outro trajeto e conquistou um olhar que se mistura a outros que não conheço, mas que ao mesmo tempo traduzem meu sentir.
Desculpe-me se gosto de inteirezas, verdades, sinceridades que afloram.
Se meu tempo que antes era todo seu passou a ser meu integralmente pra que eu pudesse voltar a minha casa e deixar de ser tão boazinha aceitando as sobras que vinham só para que eu não me sentisse assim tão em último plano, como opção de fuga ou rota de emergência.
Desculpe-me se já não sou assim tão jovem, se já não mantenho os mesmos traços se já não possuo mais aquele viço todo que um dia te fez querer segurar minha mão e ir por caminhos que a gente quis.
Só que a alma não morre, ela atravessa desertos quando é pra ser.
Mas olha, o que eu sei é que a vida dá muitas voltas e ela por vezes se desprendeu de muitas coisas para se sentir entregue aos acasos do destino para as acolhidas do coração para aquele tempo que parecia ser o melhor no momento.
Desculpe-me se a casa anda meio desarrumada se o quarto anda vazio, se o corredor parece mais largo para se atravessar até a porta de saída. Mas não se preocupe.
O café ainda me acorda me anima, o café me faz pensar em quantas vezes eu suportei o que não precisava suportar e o que amei com a força de quem não desiste do amor.
Desculpe-me se por vezes fui tempestade que tudo derruba e depois se arruma com quem espera a brisa chegar, se eu não tolero mais indiferença, se não aceito esmolas, se meu sentimento já não é tão farto, assim como ando farta de tantas coisas que já não se completam mais.
Desculpe-me, pelo empurrão que dei em mim e pela saída um pouco brusca da sua vida como quem não tem mais vontade de ficar, como quem não tem mais vontade de ceder, de remexer, de se sentir ferida pelos descasos que você me ofertou.
Agora parece que anda tudo certo mesmo no meu incerto, mas engraçado como sinto a sensação de que um peso muito grande desembarcou do peito.
Deve ser a bagagem que estava me deixando exausta e vazia de felicidade.
Talvez eu opte por novas viagens, talvez eu só me dê um tempo. Um tempo onde eu possa me colocar onde devo e restaurar as paredes internas recolocando a mobília no lugar.
Desculpe-me a afronta, mas é que eu não sinto vergonha de dizer que deixei de sentir aquilo que um dia mexeu com meus poros, meu eu e minha estrutura que abalou meu alicerce de mulher.
Estou em paz, estou como quem se despede de um ciclo que há tempos terminou e eu não percebi.
O que vejo agora é outra pessoa, a que recolheu seus cacos, traçou outro trajeto e conquistou um olhar que se mistura a outros que não conheço, mas que ao mesmo tempo traduzem meu sentir.
Desculpe-me se gosto de inteirezas, verdades, sinceridades que afloram.
A vida é isso, temporariedade, transitoriedade, início meio e fim.
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
Laço é alma..
Fui seguindo o fio da meada e tecendo respostas.
Descobri que laço é alma, empatia, amizade, afeto.
É quem nos enrosca com o coração.
É quem nos enrosca com o coração.
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Estou aberta pro que ainda não vivi..
ESTOU ABERTA PRO QUE AINDA NÃO VIVI.
Tomei um banho de autoestima, agradeci pelos dias que findaram,
e abracei o que Deus me deu.
Deve ser por isso, que sinto uma força diferente, uma capacidade
de sentir minha fé na porta de entrada do coração, sendo recebida pela
esperança que desponta de onde eu venho.
E, olha, de onde eu venho muita coisa já se passou.
Aliás, está no passado, no que não veio comigo.
Agora prefiro adentrar o novo tempo com o pé direito, aceitando
todas as bênçãos do alto, me blindando de todo mal que possa rodear meu
espírito.
Estou aceitando inteirezas, abraços, olhares.
Estou aberta pro que ainda não vivi.
Sil Guidorizzi
Imagem - Google
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Eu te amo, mesmo assim..
Você será pra sempre meu amor, meu livro de cabeceira, meu toque de recolher.
Aquele amor de cabana, de colo, de cheiro de saudade.
Será pra sempre aquele reencontro esperado pelo coração nos dias mais aflitos, nos dias em que mais transbordei saudade de braços abertos esperando por você.
Você será sempre aquela lembrança que não jogo fora, meus rascunhos fora de hora e aquele breve entardecer em que te desenhei ali, onde só nós dois nos sabíamos sem culpa.
Você será pra sempre minha eternidade, a música da Marisa Monte, a imagem constante e meu desejo de continuar.
Vai ser sempre começo por mais que os dias tenham seguido sem resposta, por mais que eu não seja mais aquela menina que um dia atravessou teu olhar pelo caminho.
Não me importo se eu sofri, se eu chorei, se nas noites mais profundas eu te quis ao meu lado e você não estava ali.
Talvez você tenha sido tudo que sonhei, talvez ter te ouvido dizer muitas vezes que a distância não é nada para quem se ama me fez seguir sabendo o sentido literal do amor.
Você passou pela minha vida, seguiu seu curso sem discursos me deixando num monólogo de solidão e vazio.
Você veio você foi. Mas, eu te amo, mesmo assim.
Aquele amor de cabana, de colo, de cheiro de saudade.
Será pra sempre aquele reencontro esperado pelo coração nos dias mais aflitos, nos dias em que mais transbordei saudade de braços abertos esperando por você.
Você será sempre aquela lembrança que não jogo fora, meus rascunhos fora de hora e aquele breve entardecer em que te desenhei ali, onde só nós dois nos sabíamos sem culpa.
Você será pra sempre minha eternidade, a música da Marisa Monte, a imagem constante e meu desejo de continuar.
Vai ser sempre começo por mais que os dias tenham seguido sem resposta, por mais que eu não seja mais aquela menina que um dia atravessou teu olhar pelo caminho.
Não me importo se eu sofri, se eu chorei, se nas noites mais profundas eu te quis ao meu lado e você não estava ali.
Talvez você tenha sido tudo que sonhei, talvez ter te ouvido dizer muitas vezes que a distância não é nada para quem se ama me fez seguir sabendo o sentido literal do amor.
Você passou pela minha vida, seguiu seu curso sem discursos me deixando num monólogo de solidão e vazio.
Você veio você foi. Mas, eu te amo, mesmo assim.
Sil Guidorizzi
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