domingo, 30 de agosto de 2015

O amor pode ser lindo..

O amor pode ser lindo, maravilhoso. Também pode ser dor. Pode ser um tapa na cara da alma. Pode ser loucura, delírio, falta. Pode também ser partida e uma mala lotada de decepção na bagagem. Feito caminho sem volta.


sábado, 29 de agosto de 2015

Assim..

Muita gente já se fez passar por amigo, e não foi. Muita gente entrou e saiu pela porta, sem deixar rastro. Muita coisa eu suportei, sempre com o pensamento de que o outro dia seria melhor e que eu não bateria na mesma tecla e nem cometeria o mesmo erro. 
Muita gente me iludiu, mentiu, se divertiu por me achar presa fácil e vulnerável. Talvez meu instinto em ser do bem e achar que todos assim o fossem, me levou a abrir mais a guarda. Hoje, mais retraída, mais confiante em mim mesma e menos aberta as agressões emocionais, não me deixo levar assim tão facilmente.
Podem até se aproveitar. Podem até achar que sou tonta. Nasci para ser franca. E quando coloco a tranca, não há mais como entrar.
Se não gostou, posso desenhar.

Que a vida seja esse luxo..

Que a vida seja esse luxo
de simplicidade e bem querer.



Não tenho a pretensão..


Não tenho a pretensão de correr atrás.
Não tenho mais tempo.
Ando cheia de ideias. De sensibilidade.
De calor nas veias.
O que tinha pra amar, amei. 
O que tinha pra celebrar, celebrei.
O que tinha pra dizer, disse.
O que tinha pra perder, perdi.
Isso não me impede de tocar a barco.
E deixar que um outro alguém me toque.
Hoje (re)feita, volto a cena.
De olhar mais exuberante e jogo de cintura
Com cara de quem se superou.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

É o olhar quem diz..

É o olhar quem diz.
É ele quem sabe se o coração está ou não está feliz.

Ainda sorrio..

Eu penso que não nos deixamos. Apenas adormecemos. Tem coisas que são de Deus. São traçadas com todo cuidado por Ele. E eu ainda sinto isso aqui dentro. Porque mesmo que o tempo esteja contra, aqui dentro ainda há uma saudade bonita e colorida. Ainda faço festa pros teus olhos. Faço festa pro que vivemos. Ainda sorrio. Independente de estarmos ou não um pro outro, a vida me deixou aqui te bordando em meus sonhos. Não me culpo de nada e muito menos me arrependo.

Tenho recebido muito..

Tenho recebido muito. Só o fato de estar viva e em condições de seguir, já é uma dádiva. Procuro não olhar pra trás. Procuro continuar a caminhada sem me preocupar.
Deus, sabe o que faz.

Vai, menina..

Vai, menina. Deita, sonha, pensa, sente. Vai onde ninguém imagina. 
Segue teu destino. Olhe pra dentro. Colha o presente. 
Sinta-se de algum modo preenchida. 
Não se envergonhe. Não se intimide. Abrace teu eu, e vive.
Algumas dores irão incomodar. Mas nada que um coração acostumado a suturar feridas, não consiga superar.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Impressionante..

Impressionante como eu aprendi a me defender. A não querer. A não aceitar o pacote que não é meu. Impressionante o que o tempo fez comigo. Impressionante como pude melhorar em relação a algumas atitudes e sentimentos. Como me sinto melhor e mais forte. Não endureci. Apenas aprendi a tomar conta de mim. No fundo, amadureci.

Devemos transbordar..

Devemos transbordar. Ser o que somos, sem deixar jamais que nos tirem de nós mesmos. 
A cada um suas provas e expiações.
A cada um seu modo de enxergar e viver a vida. 
A cada um seu tempo. E dentro dele, respeito.

Eu faço apologia a favor do amor..

Eu faço apologia a favor do amor. Do respeito. De mais humanidade. Eu faço apologia a felicidade, ao abraço que conforta, as amizades sinceras que não se rasgam por qualquer coisinha à toa.
Eu faço apologia aos sentimentos mais nobres, as pessoas que sabem valorizar as qualidades de outras.
Que não enxergam apenas o próprio umbigo. Pois o mundo não foi moldado para elas e sim para todos que lutam para serem mais felizes. Quando as pessoas tomarem consciência disso, serão melhores. Serão mais justas com o próximo. Serão menos arrogantes.
Eu faço apologia a uma vida melhor. A tudo que nos brinda com sorrisos. Um olhar de esperança ainda é melhor do que não ter nenhum motivo pra seguir. A vida vale por isso.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O que fazer quando amamos demais.

O que fazer quando amamos demais. Quando sofremos demais. Quando não sabemos lidar com a separação. Quando ficamos sem chão.
Melhor (re)organizar a bagagem emocional e ajeitar a confusão interna. Buscar um (re)começo, mesmo que demore. Chorar o luto. Até que a gente se liberte e comece a caminhar novamente com os próprios pés. Comece a sentir novamente a luz batendo na alma. E aprenda que ninguém é de ninguém. Que sentimentos podem começar na claridade do dia e terminar em meio ao caos, no escuro.

Abandonei..

Abandonei algumas escolhas pelo meio do caminho, justamente por não serem mais tão necessárias. Deixaram de ser o que era preciso.