quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A gente vai se doer..

A gente vai se doer, vai bater de frente. Vai se perguntar porquê.
É se recolher ou seguir em frente, suportando as rasteiras que a vida nos dá por vezes de modo profundo.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Eu aprendi a gostar de mim..

Eu aprendi a gostar de mim. Aprendi a me enxergar em primeiro lugar. Mesmo estando de prontidão para algumas coisas, algumas pessoas.
Só que nem sempre as pessoas pensam igual a mim, ou igual a quem quer que seja. Então parei para ver o que vinha recebendo. O que vinha agregando de bom a minha vida. Quem realmente é necessário(a). Quem vale à pena, ou o que vale a pena para que a vida se torne menos complexa e mais feliz. O tempo já me (re)mendou bastante. Aprendi a confiar mais em Deus. E não florear demais quem não está nem aí.

Felicidade...

Felicidade é aquilo que a vida nos dá quando paramos de lamentar. 
É quando as portas se abrem e deixam as boas surpresas chegarem..

Caminhe sem aperto..

No dia em que os sapatos incomodarem os pés, ponha-se descalço. 
Caminhe sem aperto e descanse a alma..

domingo, 18 de outubro de 2015

Ando precisando de mim..

Me deixe ser um pouco egoista. Me deixe ser um pouco sozinha. Me deixe um pouco comigo. Também preciso de tempo. Preciso do coração solto e dos pés que tentam o equilibrio. Ando precisando de mim.
Sil Guidorizzi

Pode ser..

Pode ser um beijo certo numa hora (in)certa.
Pode ser um abraço inteiro sem meio termo. 
Pode ser amor ao mesmo tempo.

Só sei..

Só sei que ele(a) abriu meu coração com a chave do seu sorriso.

Parei de ficar rabiscando a folhinha do calendário..

Hoje ao abrir a janela notei algo diferente. Mas algo diferente dentro de mim. Mesmo na palidez do dia, não me senti nem um pouco incomodada com o vento gelado que batia em meu rosto; com a paisagem bucólica que mesmo assim muito me dizia.
O coração anda em falta com algumas coisas. Então, resolvi me desfazer das sombras do passado e abusar da luz que refletia em mim. Resolvi varrer da alma a poeira jogada para debaixo do tapete. Resolvi arejar a casa; trocar as cortinas; pintar a sala e escrever meu nome no chão da varanda com giz.
Parei de ficar rabiscando a folhinha do calendário. Parei de implicância com o tempo. Parei de (re)mexer coisas sem necessidade.
Voltei a minha xícara de café, me pus sentada folheando algumas páginas de um antigo livro. O dia era de calma. A tempestade havia passado a algum tempo. A brisa boa que agora vinha, entrava deliciosamente sem pedir licença refletindo na cadência do coração. Percebi que também é possível viver assim. Sem culpa, sem porquês. Sem que a vida me cobre tanto. Sem que eu não precise nada responder.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Não prometo criar juizo..

Não prometo criar juizo. Deixo pro dia do juízo final. Não prometo ser menos. Sou rio que transborda na hora da tempestade. Sou Brisa que beija o amor suavemente quando ele vem e me faz sentir o melhor.
Por isso não prometo nada. Sigo com o que o coração por vezes arredio quer. As costas são largas, os ombros sustentam o peso do que devo carregar. Os pés ainda sabem caminhar. Perto, longe. Onde precisar de descanso. Não prometo nada. Nem exijo nada. As coisas acontecem conforme o planejado por Deus. E com certeza estarei na hora e no lugar certo que Ele destinar.

Estou hasteando a bandeira da paz..

Estou hasteando a bandeira da paz pra muitas coisas. 
Certas guerras não me cabem mais..