domingo, 14 de agosto de 2016
Algumas coisas esqueci..
Algumas coisas esqueci. Outras, o amor me ensinou.
Acho que tenho andado no caminho certo.
O que é certo é que ainda tenho a mim.
De todas as idas e vindas, só não me privei de Deus.
Ele, sempre ficou.
Acho que tenho andado no caminho certo.
O que é certo é que ainda tenho a mim.
De todas as idas e vindas, só não me privei de Deus.
Ele, sempre ficou.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Achei bonito..
Hoje ao atravessar a rua, prestei atenção em uma cena diferente..
Um casal ali em meio aos transeuntes, abraçados.
Na verdade, não sabia quem era um, quem era o outro; tamanho era o jeito de se encaixarem dentro daquele abraço.
Estava frio. Só consegui ver os dois misturados. Ficaram ali do mesmo jeito por vários minutos sem se preocuparem com ninguém.
Acho que o amor sempre fala mais alto quando a sensação é de proteção e carinho.
Achei bonito.. Parei e também admirei.
Hoje não vou me apressar..
Hoje não vou me apressar. Não vou sair correndo como quem não sabe nem pra onde ir.
Hoje vou deixar os pés descalços. Vou tomar conta de mim. Vou inspirar e expirar a luz que vem do alto.
Vez em quando é preciso orientação e silêncio.
Quero sentir o que Deus tem a me dizer. Preciso ouvir.
Hoje vou deixar os pés descalços. Vou tomar conta de mim. Vou inspirar e expirar a luz que vem do alto.
Vez em quando é preciso orientação e silêncio.
Quero sentir o que Deus tem a me dizer. Preciso ouvir.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Que dure..
Que dure uma fração de segundos.
Mas que faça as pernas tremerem e o coração balançar..
Sil Guidorizzi
Só sei...
Só sei que é sem ponto, sem vírgula. Sem eira nem beira. É uma coisa que embola, mistura.
Atravessa e vai mais longe do que conseguiria prever.
É amor diferente. Sem delongas ou questionamentos.
Dentro de mim não tem freio.
É uma viagem de saudade que faz com que a alma te encontre, te beije e te explore como nunca.
Como se toda fuga fosse direto ao teu abraço..Como se não existisse mais nada além de nós dois.
É bem por aí..
Olhando pela janela, observei ao longe um horizonte vasto e diferente.
Arejei a alma, tirei os sapatos e pus-me a olhar com mais encantamento cada parte que vinha da natureza. Cada parte desenhada por Deus.
O relógio mostrava que já era hora de se ajeitar. De sentir as badaladas da vida unindo os ponteiros do coração.
Agora, o olhar meio distraído busca por noticias. Busca aquele velho rascunho com algumas notas que grafei pra não esquecer que teria que assumir alguns compromissos comigo.
Cada coisa resolvida, era como se algo dentro de mim resolvia-se também.
Fui até o quarto onde deixei a cama ainda desarrumada. Sentei-me ao lado daquele porta retrato de cabeceira e sorri meio bobo. Meio com o coração escolhendo aqueles momentos que já vivi.
Abri o armário, busquei algo simples. Algo que combinasse com o dia lá fora. Um jeans, uma camiseta básica.
Resolvi deixar o cabelo mais solto, mais livre como eu. Passei um batom cor de boca e me senti bem. Andei meio rebelde. Andei desafiando a minha própria natureza.
Silenciei por alguns instantes.
Deixei vir a música que rolava lá no fundo da sala. Pensei em como Deus estava sendo generoso comigo.
Corri até a cozinha pois havia esquecido o café fresco sobre a mesa. Percebi que a casa precisava de flores. Que os azulejos da cozinha precisavam de uma nova pintura.
Talvez nesse instante, eu precise de coisas novas. Mas também talvez precise muito mais de mim.
Voltei novamente a pensar nos desvios dos caminhos, nos encontros que abracei, nas esquinas cheias de gente buscando por algo. Algo que eu também buscava e nem ao certo sabia o que seria.
Só sei que algo aqui dentro havia sido mexido. Estava bom assim. Não sei porque, mas sentir o sol quente batendo no rosto era como sentir a vida me puxando pelas mãos e me pedindo pra ir com ela. Nada de pressa; pensei.
Dei uma última volta pelos cantos da casa. Toquei em cada coisa. Senti a energia boa que atravessou o meu sorriso.
Olhei as paredes recém pintadas, as cortinas que esvoaçavam ao balançar do vento.
Senti que era isso. Que tudo poderia ser recomeçado. Que tudo poderia ser novamente ajeitado.
Fechei a porta e saí.. Saí pro novo dia. Pro novo tempo.
As coisas terminam e a gente recomeça.
É bem por aí..
Sil Guidorizzi**
Arejei a alma, tirei os sapatos e pus-me a olhar com mais encantamento cada parte que vinha da natureza. Cada parte desenhada por Deus.
O relógio mostrava que já era hora de se ajeitar. De sentir as badaladas da vida unindo os ponteiros do coração.
Agora, o olhar meio distraído busca por noticias. Busca aquele velho rascunho com algumas notas que grafei pra não esquecer que teria que assumir alguns compromissos comigo.
Cada coisa resolvida, era como se algo dentro de mim resolvia-se também.
Fui até o quarto onde deixei a cama ainda desarrumada. Sentei-me ao lado daquele porta retrato de cabeceira e sorri meio bobo. Meio com o coração escolhendo aqueles momentos que já vivi.
Abri o armário, busquei algo simples. Algo que combinasse com o dia lá fora. Um jeans, uma camiseta básica.
Resolvi deixar o cabelo mais solto, mais livre como eu. Passei um batom cor de boca e me senti bem. Andei meio rebelde. Andei desafiando a minha própria natureza.
Silenciei por alguns instantes.
Deixei vir a música que rolava lá no fundo da sala. Pensei em como Deus estava sendo generoso comigo.
Corri até a cozinha pois havia esquecido o café fresco sobre a mesa. Percebi que a casa precisava de flores. Que os azulejos da cozinha precisavam de uma nova pintura.
Talvez nesse instante, eu precise de coisas novas. Mas também talvez precise muito mais de mim.
Voltei novamente a pensar nos desvios dos caminhos, nos encontros que abracei, nas esquinas cheias de gente buscando por algo. Algo que eu também buscava e nem ao certo sabia o que seria.
Só sei que algo aqui dentro havia sido mexido. Estava bom assim. Não sei porque, mas sentir o sol quente batendo no rosto era como sentir a vida me puxando pelas mãos e me pedindo pra ir com ela. Nada de pressa; pensei.
Dei uma última volta pelos cantos da casa. Toquei em cada coisa. Senti a energia boa que atravessou o meu sorriso.
Olhei as paredes recém pintadas, as cortinas que esvoaçavam ao balançar do vento.
Senti que era isso. Que tudo poderia ser recomeçado. Que tudo poderia ser novamente ajeitado.
Fechei a porta e saí.. Saí pro novo dia. Pro novo tempo.
As coisas terminam e a gente recomeça.
É bem por aí..
Sil Guidorizzi**
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Prefiro..
Prefiro colecionar abraços.
Prefiro esquecer gente que nada faria por mim, mesmo que pudesse.
Prefiro ser mais eu. Ser o que me convém.
Prefiro um prato a mais de amor do que restos de sentimentos.
Prefiro sonhar acordada. Dar a volta por cima.
Prefiro coisas que ninguém imagina.
Ainda não cheguei ao fim da linha. O trem da vida ainda não descarrilhou..
domingo, 7 de agosto de 2016
Minhas melhores memórias.
Minhas melhores memórias foram aquelas em que abracei com a alma e toquei com profundidade o amor.
Sil Guidorizzi
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Sou o que consigo ser..
Não sou tão rápida; nem tão devagar.
Sou o que consigo ser.
Aliás, costumo (di)vagar sobre a vida.
Costumo parar de repente, só pra ver onde o coração anda pisando, o que ando plantando.
Não sou diferente de ninguém. Apenas tenho uma alma que foi inserida em minha matéria.
É dela que preciso cuidar. Preciso mantê-la bem.
Sou o que consigo ser.
Aliás, costumo (di)vagar sobre a vida.
Costumo parar de repente, só pra ver onde o coração anda pisando, o que ando plantando.
Não sou diferente de ninguém. Apenas tenho uma alma que foi inserida em minha matéria.
É dela que preciso cuidar. Preciso mantê-la bem.
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