Me sinto
novamente aquela menina embevecida pelo teu apelo de menino que se fez homem.
De homem que aprendeu a amar essa menina mulher.
Não senti
medo quando Deus (re) desenhou o nosso caminho e nos colocou frente a frente.
Não senti medo ao tocar levemente com os dedos teus lábios. Ao sentir
tuas mãos nas minhas costas me pedindo um longo e demorado abraço. Foi como
jogar as armas ao chão e deixar ser.
Com você os
sinos dobram, o café esfria, a pele queima enquanto a gente se aninha. É como conectar a alma perto do céu, sem nenhum passado sombrio.
Teu perfume vem misturado ao ar da manhã feito nova estação.
Feito Luz que
flerta com meu coração.
Sil Guidorizzi..

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