Por: Sil Guidorizzi
Eu vivo pedindo desculpa por tudo. Mas agora eu peço desculpas a mim mesma por ter sido sempre a que se deixou para trás para que outros continuassem bem.
Por: Sil Guidorizzi
Eu vivo pedindo desculpa por tudo. Mas agora eu peço desculpas a mim mesma por ter sido sempre a que se deixou para trás para que outros continuassem bem.
Por: Sil Guidorizzi
Às vezes é preciso recolher as armas, sair de cena, dar um tempo. É preciso reconstruir o lugar em que se vive sem tanto tormento.
Porque o que eu preciso, está além que os outros pensam a meu respeito.Já passei por tanta coisa nessa vida, me iludi, interrompi planos, saí, muitas vezes, sem entender muito bem os porquês.
Eu me reescrevi, continuei e segui em frente nessa batalha árdua do viver.Por: Sil Guidorizzi
Calma, já está acontecendo. Deus está abrindo as melhores portas pra você. Falta pouco para o seu coração receber tantas bênçãos de uma vez.
Eu sinto. Está cada vez mais perto esse milagre vindo do alto. Você só precisa aprender a manter a calma.
Será um ciclo novo e próspero. Um ciclo de realizações e cura.
Você merece aquilo que te alegra, que te traga luz e que te proteja espiritualmente.
Receba esse sentimento cheio de amor, e repita:
Recebo tudo com a força da minha alma e com a fé que sustenta meus dias!
Eu creio, eu aceito e agradeço!
Nem sempre a estrada é reta.
Nem sempre o caminho é suave.
Ao seguir, sinta com calma o que realmente teu coração precisa, sinta em qual sentimento tua vida se modificou.
A escolha é sua, o tempo é de Deus.
Respire e traga para dentro de você tudo que você busca em conforto espiritual, em prece e gratidão por ter chegado até aqui.
Você superou, venceu, conseguiu estabelecer uma conexão melhor com seu íntimo.
Você amadureceu, prosperou e se fortaleceu.
Siga com menos peso na alma. Siga diante do chamado interior.
Siga pelo que você crê!
Por: Sil Guidorizzi
Por: Sil Guidorizzi
Em minha mente eu circulo por onde quero, eu crio, ressignifico; sigo ou fico.
Eu invado espaços que acho bons, afasto os ruins, cultivo afetos em meu
estado de ser, me coloco em primeiro lugar, me mereço, me amo e sou
grata por tudo.
Eu não sei muita coisa, mas aprendi com a escola da vida a
me defender, aprendi a ser breve onde não me querem, aprendi a dizer não,
aprendi a dizer adeus.
Minha maturidade veio muitas vezes sem freio, sem imaginar
que muita coisa doeria tão fundo.
Eu já não acelero tanto porque sinto que agora preciso ir
mais devagar, preciso de pausa, silêncio e desobrigação daquilo que não me cabe.
E se meu coração se guia para que encontre paz, não serão as
piores guerras que irão me derrubar.
Eu tento, faço meus tratados de mais compreensão e
livramento do que ainda instiga o peito.
Faltou alguma coisa, faltou dizer, faltou também receber
aquele tanto de amor que não senti.
Mas eu sou assim, livre do peso da culpa seguindo na próxima
estação, observando mais a paisagem, me cobrando menos.
Também sei alcançar o vento, sei juntar o que é meu, sei me
ajudar quando preciso levantar.
Eu também danço, danço dentro daquilo que me flutua e traz
calma para os dias.
Faço hoje o que não fiz antes por falta de coragem ou
autossabotagem de mim mesma.
Agora não, não ligo para as vozes que não me conhecem e dizem.
Eu digo e afirmo que tudo é diferente, graças ao que me
transformei.
E se sinto a necessidade de sair sem bagagens, sem levar
comigo o que não é meu, sinto que já abri mão de muito lixo, que abri mão de
espaços físicos sem valor emocional nenhum.
Todo prosseguir diz alguma coisa, em todo instante há algo
novo pairando no ar.
Vou me guiando, me colocando em lugares mais férteis
distantes da maldade alheia.
Sou protegida pelo espírito santo, sou guerreira e sei o que
já passei.
O que me blinda é o que me salva.
Bendita seja essa proteção que vem de Deus!
Imagem- Free - Pixabay
Por: Sil Guidorizzi
Hoje eu não quero falar de decepção, não quero questionar
muito as coisas que já passei.
Eu quero agradecer, quero dizer que me livrei de muita coisa
e que aprendi bastante.
Hoje eu não quero dizer que a vida é dura, que nem sempre as
coisas saem conforme o planejado, que tudo dá errado, porque não é bem assim.
Eu sei que tudo é feito da maneira como Deus quer e que eu
não preciso abrir mão de sentir felicidade, não preciso me aprisionar em
lugares mal arejados ao lado de coisas ou pessoas que sugam minha energia
vital.
Hoje eu só quero dizer que apesar de tudo, recebi muitas bênçãos,
alcancei alguns objetivos e que transcorri ao longo do tempo sempre
perseverando com fé no peito.
Estou fluindo, estou destinada a levar comigo as
circunstâncias que recebem consideração e respeito.
Os ombros não são tão largos, e eu já não sinto necessidade de
segurar o que não é meu.
Deixo ir, deixo a vida se encarregar de tudo para mim.
Ontem eu vivia aprisionada, hoje eu assumi que para se
chegar a algum lugar tenho que estar disposta a lutar por ele.
Não sou dona da vida de ninguém e ninguém tem o direito de
se apossar da minha vida.
Entre minhas querências e necessidades, levo para frente o
que me cabe.
Hoje eu não quero me entristecer e nem dizer que tudo está
do avesso.
Talvez a maneira como me vejo possa me ajudar a resgatar
algumas verdades que não vi, algumas certezas que não acreditei.
Estou mais leve apesar de vez em quando o barco parecer
naufragar.
Mas o segredo é esse: viver um dia por vez, deixando o
coração menos aprisionado, deixando a mente descansar mais, deixando o destino se ajeitar.
E tudo que eu peço é paz e serenidade para me acomodar com
mais gentileza dentro do próprio eu.
Eu não quero me desejar nada além de uma boa estadia nesse
plano terreno.
Embora calejada, também cultivo a sensação de dias melhores
e surpresas maiores.
Vai ficar tudo bem.
Imagem - Pinterest
Estou aprendendo a me dar o que preciso.
Depois que aprendi isso, minha cabeça mudou, assim como as
preferências de vida.
Hoje eu me trato como mereço e não como alguém que recebe um
vinho barato esperando a ressaca passar.
Nada é pior do que ser feito de trapo pelos outros,
ser feito de marionete sendo manipulado por gente sem escrúpulos.
Eu aprendi a andar de cabeça erguida e não olho mais para as
viradas da vida.
Já me contorci muito.
Eu aprendi a ser minha melhor versão e não a necessidade de
alguém que não me enxerga, não preserva, não me trata como devo ser tratada.
Essa coisa de dar rasteira, de passar para trás, de prometer
e não cumprir, de dizer que sou forte e posso seguir com minha vida, já não
cola.
Cada um faz a sua sorte, cada um escolhe o que quer e segue
com isso.
Eu não dou mais a mínima para muita coisa e aprendi com um
tanto de sofrimento o que me marcou para sempre.
Mas eu não espero nada de ninguém e não vacilo mais pelos
outros.
Os outros são os outros e nem sempre palavras são assim tão
sinceras, nem sempre é tudo tão transparente e honesto.
Falar da boca para fora é fácil.
Quero ver agir com caráter e atitude de gente madura
emocionalmente.
Eu cansei de tropeçar em sentimento que não existia, cansei
de ser a boazinha, cansei de ser muito para quem já se acovardou.
Prefiro minha paz honesta, meu lugar guardado para que eu
volte e descanse sem tanto sufocamento.
Eu estou a passeio e faço disso certeza de que eu tenho que
viver.
O melhor relacionamento é com meu desejo de sentir que liberta
eu também posso me chegar, posso ficar e permanecer.
Basta que haja respeito, cumplicidade, cuidado.
Chega desse papo furado de: quem sabe, um dia, talvez.
A vida é muito rara.
Chega de chorar por quem não levantaria um dedo por mim.
Por: Sil Guidorizzi
Desculpa, mas estou no momento em que não estou querendo
machucar, ser deselegante, indiferente, imperceptível.
Eu estou meio do avesso, estou meio que descomplicando o que
anda meio perturbável, estou aqui desvendando os mistérios de Deus diante da
minha fé.
Estou precisando me olhar mais de um jeito menos crítico, sem achar que tenho a obrigação de carregar o mundo nas costas.
Desculpa se eu não estou podendo estar assim tão próxima, se
não estou podendo reler muitas coisas e nem estou podendo estar tão atenta ao
que acontece por aí.
Aqui de dentro está tudo meio confuso, mas ao mesmo tempo se
ajeitando dentro dos planos do Divino.
Tem dias que eu ando pela casa, tem dias que eu saio e só
sinto os pés seguindo com o fluxo do caminho.
Sigo conversando com meus pensamentos tentando entender
aonde estou e em que posição fiquei. O que falta, o que preciso, o que me eleva
para que eu descanse mais e não sofra tanto por antecipação.
Enquanto isso eu ajo dentro do pretexto do que tiver de ser
será e que eu tenho que aprender a controlar minha ansiedade, controlar mais os
sentimentos que por vezes se colidem, pelas coisas que descem seco goela
adentro.
Estou me desvendando e sabendo que também estou presente
dentro do processo de amadurecimento, e ele é tão real quanto o dia que nasce a minha
frente me mostrando que eu posso investir ou desistir.
O que foi desperdiçado, ficou infelizmente em algum lugar
que não percebi ou não encontrei motivos para reagir.
Eu estou aqui conflitando, mas também me salvando neste
momento que pertence a mim.
Sinto que estou em uma grande estação olhando o vaivém das
pessoas, ouvindo o apito da sirene, o chamado para a próxima viagem.
Não tenho hora marcada e nem pressa para algumas coisas.
Mas eu continuo tentando com meu jeito de ser.
Desculpa, mas eu não estou sendo melhor que ninguém.
Só estou vivendo meu momento, o que foi imposto, o que foi
mostrado.
Não estou empurrando para os outros o que é problema meu.
Só quero que todo mundo fique bem.
Por: Sil Guidorizzi
Tem tanta gente se maltratando, fingindo uma vida que não
existe, sofrendo, disfarçando, amenizando coisas que hora ou outra vão
explodir!
Deve ser difícil, por vezes, se libertar, dar um, basta,
dizer chega!
Há muita coisa envolvida, eu sei.
Mas também sei que muita gente vai adoecer, vai perder boa
parte dos seus sonhos, vai jogar fora um mundo de possibilidades se não agir.
E agir, significa ter coragem, significa enfrentar os leões
de frente.
Eu agi em nome da minha saúde emocional, eu agi por entender
que aquele carma era meu, e que só eu poderia finalizá-lo em minha vida.
Resgatei, curei as dores, suportei afrontas e não me
larguei.
Darma significa: Propósito de vida.
O meu foi encontrar uma saída pela porta da frente e buscar
luz para o caminho.
Não me acovardei.
QUAL O SEU PROPÓSITO?
Espero que seu propósito seja de encontrar equilíbrio, paz,
e amor, dentro do bem que rege os dias.
Enquanto houver resistência interna, não haverá saída
externa.
É preciso ir bem lá no fundo e soltar a âncora que prende
emoções e sentimentos reprimidos.
Só assim você conseguirá respirar dentro da verdadeira
liberdade que precisa!
DIGA SEM MEDO ALGUM: CHEGA!
Se liberte das amarras do sofrimento que te prendem!
Se liberte de pesos do passado e de preocupações com o
presente!
Se liberte de coisas que você não pode mudar!
Dê um basta a tudo que te traz insatisfações e tristezas!
NÃO TENHA MEDO!
É hora de ser feliz!
Photo by Andrea Piacquadio from Pexels
Eu tenho orgulho do que me tornei.
Não sou nem rancor, nem ódio.
A vida é uma escola e sempre haverá alguma revanche. Deixo
para a lei do retorno. Eu sei que em algum momento aquilo que não entendi vai
se abrir e me mostrar o que eu precisava esclarecer.
Cada batalha é espaço para que eu aprenda que nada é tão
fácil assim e que decepções são expectativas em excesso.
Eu cresci graças ao que conquistei aqui dentro.
Foi suor, noites de insônia, desprendimentos necessários,
idas e vindas, solavancos incontidos, preces em meio ao choro, entre o desejo
de sumir.
Não me martirizo; quando precisei de mim tive que aprender a
compreender meu histórico de vida e acessar um caminho mais digno.
O segredo foi aprender a falar menos, a dizer adeus, a não
me apiedar de gente que nunca quis saber de mim, foi me colocar em primeiro
plano manifestando o desejo de que eu siga contribuindo para minha
espiritualidade e proximidade com Deus.
Minha religião é esse tanto de fé que carrego e esse tanto
de esperança que ainda dança no peito.
Sou uma entre tantas pessoas que caminham e atravessam suas estradas.
A minha tem história, tem uma porção de afeto, tem amigos
que ainda seguem comigo, tem o tombo, o recomeço, o revisitar da própria
existência.
Sou vigília, sou ombro para quem quiser recostar, para quem quiser
jogar um pouco de conversa fora, para rir. (Sim, faz bem para a alma).
Mas também sou rompimento quando minha estrutura já não resiste
aos maus-tratos ao coração, quando já não me sinto bem-vinda, quando me falta
ar sem conseguir me deslocar.
Eu tenho orgulho de mim porque construí meu lugar andando
por cima de escombros, juntando meus pedaços, levando a vida para frente sabendo
que Deus faz tudo certo e que meus erros e arrependimentos também me ensinaram
a crescer.
Se ontem eu chorei, hoje eu posso me sentir mais livre e realizada internamente.
Sem dependências emocionais, acho que sou mais eu caminhando
comigo.
O céu mais azul mesmo depois de dias chuvosos me transfere a
sensação de que ainda estou aqui, lutando por mim.
Por isso eu sempre repito: se hoje não foi bom, amanhã
poderá ser melhor e assim, sucessivamente, vou costurando meu destino.
Apesar dos rasgos, das fraturas internas, vou me recompondo
sem me expor tanto.
Fiquei mais sábia, menos crítica, menos senhora da razão,
menos maleável para certas coisas.
Nem sempre vou acertar, mas sou assertiva quando digo que em
mim, muita coisa se modificou.
São as experiências das vivências.
Hoje eu não me importo com muita coisa. Tiro os sapatos, respiro meus desejos e me alimento de luz.
Vivo aquilo que escolhi!
Por: Sil Guidorizzi
Às vezes a gente vai estar sozinho, vai se colocar à prova.
E tudo que a gente aprende, fica na memória, nas andanças do
tempo.
Por vezes o processo de amadurecer é lento. Por vezes é na velocidade do que cultuamos e precisamos.
Muitas vezes vai doer, vai cutucar, vai bater de frente com
todo amontoado de coisas que a gente carrega e não permite soltar.
Às vezes a gente vai tropeçar, vai olhar para os lados, vai
se recompor sem plateia.
A gente vai sentar em algum lugar mais distante, vai fechar
os olhos, vai sentir tudo se movimentando estranhamente como um abalo sísmico
no peito.
Tudo é tanta coisa, tudo é tão incompreensível.
A gente aprende a corresponder certas exigências da vida. A
gente vai ficando escaldado, vai ficando menos amarrado naquilo que só atrasa o
relógio interno.
E a gente olha para a frente sabendo o que ficou para trás,
pede para que tudo se ajeite.
As vezes é só descuido, as vezes é cuidado demais.
Deus sempre abre uma brecha para que a gente passe e siga em
frente.
Mas a gente sempre sabe de um jeito ou de outro o que é para
ser.
Por: Sil Guidorizzi
Eu moro em frente a uma cafeteria e sorveteria. Bem na esquina de casa. É só atravessar e entrar.
Quantas e quantas vezes passo por ali, dou uma espiadinha e
não entro. Da varanda do apto vejo o burburinho de gente entrando e saindo,
pessoas conversando, famílias, filhos, gente que só quer se distrair um pouco e
conversar.
É na porta de casa e parece que eu não tenho tempo
nem para isso.
Caramba, fico pensando em que posição tenho me colocado e porque
não tenho dado mais atenção aos meus desejos.
Hoje eu saí, pois, precisei resolver algumas coisas.
Entrei ali, pedi um café, me sentei em uma
das cadeiras vermelhas perto do sofá estofado que acomoda várias pessoas.
O lugar é aconchegante, alegre, música ambiente ao fundo.
Vários quadros decoram o lugar que se misturam ao colorido do ambiente.
Porque não. Porque sempre me esquecer.
Tomei meu café, pus as ideias no lugar, me senti longe e ao
mesmo tempo mais presente na consciência de que mereço um tempo para mim.
Tudo passa muito depressa e esse ano muita coisa aconteceu.
Muita reviravolta, muito lugar que tive que desocupar para me instalar aonde
estou, provisoriamente.
Mas a minha mente também flutua, não importa, eu preciso andar
comigo e sentir o caminho dos pés aonde tenho vontade de ficar.
Então, que eu me olhe com mais cuidado e me aprecie, mesmo
que ninguém perceba meu andar por vezes apressado, ou pelo olhar que busca e
também sente as desigualdades que se mostram espalhadas por aí.
Nada me sufoca mais do que o direito de não poder ir e vir.
E eu não consigo ser de outro jeito, senão o que transpiro por
dentro. Mesmo que seja a sós, mesmo que seja ao lado de alguém que me olhe
sem julgamento.
Eu tive que passar por muita coisa para me aceitar mais,
para reaprender o caminho da vivência espiritual e não aceito que me prensem em
qualquer lugar.
Aprendi a me respeitar e a me dar o lugar que me cabe com a honestidade
de quem sabe que guerreou e muitas vezes descansou em solo tranquilo.
Saí sem culpa, fiz o que tive que fazer, voltei sabendo das
responsabilidades.
O que é fato é que elas estão à minha frente. Mas eu também
mereço descanso, silêncio, distanciamento quando tudo parece implodir.
Na luz da prece, na gratidão ao meu bom Deus, vou seguindo.
Refaço-me e sigo. Eu dependo de mim.